quinta-feira, 21 de julho de 2011

LETRAS E TRADUÇÕES

                        

                                                  

California King Bed Rihanna
Chest to chest
Nose to nose
Palm to palm
We were always just that close
Wrist to wrist
Toe to toe
Lips that felt just like the inside of a rose
So how come when I reach out my fingers
It feels like more than distance between us

In this California king bed
We're 10.000 miles apart
I bet California wishing on these stars
For your heart, for me
My California king
Eye to eye
Cheek to cheek
Side by side
You were sleeping next to me
Arm in arm
Dusk to dawn
With the curtains drawn
And a little last night on these sheets
So how come when I reach out my fingers
It seems like more than distance between us

In this California king bed
We're 10.000 miles apart
I bet California wishing on these stars
For your heart, for me
My California king

Just when I felt like giving up on us
You turned around and gave me one last touch
That made everything feel better
And even then my eyes got wetter
So confused when I asked you if you love me

But I don't wanna seem so weak
Maybe I've been California dreaming

In this California king bed
We're 10.000 miles apart
I bet California wishing on these stars
For your heart, for me
My California king
My California King

In this California king bed
We're 10.000 miles apart
I've been California wishing on the stars
For your heart for me
My California king
Cama do Rei da California
Peito a peito
Nariz a nariz
Mão a mão
Nós sempre estivemos tão próximos
Pulso a pulso
Dedo a dedo
Lábios que pareciam o interior de uma rosa
Então por que é que quando eu estico os meus dedos
Parece que há uma enorme distância entre nós

Nesta cama do rei da Califórnia
Nós estamos a 10.000 milhas de distância
Aposto que a California faz pedidos a essas estrelas

Para o seu coração, para mim
Meu rei da Califórnia

Olho a olho
Bochecha a bochecha
Lado a lado
Você estava dormindo do meu lado
Braço com braço
Anoitecer e amanhecer
Com as cortinas fechadas
E um pouco da noite passada nestes lençóis
Então por que é que quando eu estico meus dedos
Parece que há uma enorme distância entre nós

Nesta cama do rei da Califórnia
Nós estamos a 10.000 milhas de distância
Aposto que a California faz pedidos a essas estrelas
Para o seu coração, para mim
Meu rei da Califórnia
Quando eu senti vontade de desistir de nós
Você se virou e me deu um último toque
Que fez tudo parecer melhor
E mesmo assim meus olhos ficaram úmidos
Tão confusa quando te perguntei se você me amava
Mas eu não quero parecer tão fraca
Talvez eu tenha tido meu sonho californiano
Nesta cama do rei da Califórnia
Nós estamos a 10.000 milhas de distância
Aposto que a California faz pedidos a essas estrelas
Para o seu coração, para mim
Meu rei da Califórnia
Meu rei da Califórnia

Nesta cama do rei da Califórnia
Nós estamos a 10.000 milhas de distância
Aposto que a California faz pedidos a essas estrelas
Para o seu coração
, para mim
Meu rei da Califórnia
 

entrevista com caps lock

Entrevista com os garotos mara do caps lock:


4 meninos e um sonho, Max, Thiago, Sté e Carlinhos formam o Caps Lock formado em Piracicaba há 5 anos, banda dona do single Você é o que eu Queria onde a Bruna faz uma participação como atriz, fizemos uma pequena entrevista com o vocalista Max Matta, confira:
- Como foi definido que o nome da banda seria Caps Lock?
Max: Foi escolhido em um dia que estávamos em frente ao PC todos juntos escolhendo um nome pra banda, quando lembramos de uns amigos que tinham uma banda chamada Alt+F4. Aí decidimos seguir a linha e escolhemos a tecla mais legal na nossa opinião, que era a Caps Lock.
- Vocês convidaram a Bruna para participar de seu clipe, alguém a recomendou ou vocês já conheciam o trabalho dela?
Max: Nós conhecemos a Bruna quando fomos gravar o Raul Gil, e nos apaixonamos pela voz dela. Aí precisávamos de uma atriz pro clipe e perguntamos pra ela se ela gostaria de participar, já que seria bom tanto pra ela como pra gente, e ficamos muito felizes dela ter aceitado!
- Qual foi a parte mais legal de gravar o videoclipe?
Max: Acho que a parte mais legal foi ter que contracenar com a Bruna durante o show ao vivo nosso em Sorocaba. Uma experiência bem diferente pois não podíamos errar.
- Vocês assistiam/assistem Jovens Talentos quando podem?
Max: Sim, sempre assistimos, pois tem muita gente talentosa no quadro, e pra quem ama música é indispensável.
- Como foi trabalhar com a Bruna?
Max: Trabalhar coma Bruna foi muito tranquilo e divertido, já que ela é uma menina muito meiga e humildade incrível. Espero poder trabalhar com ela mais vezes, inclusive em cima dos palcos, num dueto, quem sabe?
Também fizemos algumas perguntas pra protagonista do clipe, veja o que ela diz:
- Qual a primeira coisa que passou pela sua cabeça quando te convidaram para participar do clipe?
Bruna: Fiquei muito feliz... E com um medinho também porque seria uma coisa totalmente nova para mim! Fui atriz no caso, mas eles são uns fofos... Me receberam super bem! A música é muito boa também... E vocês vão gostar do resultado, eu espero né?
- Como foi trabalhar com o Caps Lock?
Bruna: Foi muito tranquilo... Como eu já disse, eles me receberam super bem, não ficou aquela coisa super tensa de ''Nossa, vamos gravar o clipe e pronto''.
- O que você guardará dessa experiência de atriz?
Bruna: Eu passei a me interessar mais por esse meio... Nunca tinha trabalhado como atriz! Tudo é uma experiência, né? E essa foi uma experiência e tanto.
- Teve erros de gravação? Qual foi o mais engraçado?
Bruna: Até que não... Demorou um pouco para gravar a parte externa... Voltamos várias vezes!
- Pretende seguir a carreira como atriz?
Bruna: Acho que o meu negócio mesmo é cantar, mas eu me gostei bastante.




Entrevista com a hevo84

  Conheça um pouco a história da banda sensacionallll!!!


Naturais do estado do Paraná, os integrantes da banda Hevo84 fazem parte da geração 2.0 e têm total noção disso. O quarteto sempre usou a internet como uma ferramenta valiosa de divulgação. E muito frutos foram colhidos desde então.

Prova disso foi assistir suas músicas como destaque em programações de canais de TV de grande audiência: na MTV, aconteceu a estréia da música
A Vida é Minha. Na Rede Globo, o sucesso Passos Escuros foi destaque em Malhação e ganhou destaque na trilha sonora da série.

O Vaga-lume conversou com o vocalista da banda, Renne, que nos contou sobre a história do
Hevo84 e também sobre o novo CD da banda. Confira a seguir:
Conte para a gente a história antes da banda. Como vocês se conheceram e tiveram a idéia de formar a banda?


Eu e o Fernando (guitarra) nos conhecemos no colégio, por volta da 5ª série. A gente trocava jogos de videogame o dia inteiro. Eu já tocava piano e fazia algumas coisas de som, mas o contato foi ali.

E depois nessa amizade, a gente queria fazer uma banda. E quando a gente tinha uns 15 anos, nós resolvemos nos juntar para fazer um som e aí rolou.

Então, quando fomos para Curitiba conhecemos o Suspiro, que é o baixista até hoje, e o Lelo que na época, que era de Garapoaba e ele viajava até Paranágua para a gente ensaiar.
O Victor (bateria) foi o ultimo a entrar na banda, isso faz uns 3 meses. Ele é de Curitiba, de uma banda que produzi e gravei o Cd. Achei ele bacana, com uma bagagem musical boa e o convidei para fazer um teste e daí rolou. Nós conseguimos fechar um time bem legal, sendo dois de Curitiba e dois de Paranaguá, litoral do Paraná.

 
A internet é declaradamente a principal ferramenta de divulgação de vocês. Isso foi natural ou foi incentivado por alguém fora da banda?
Divulgação
Hevo84 letras
A banda Hevo 84
Na época que a gente começou a divulgar pela internet foi quando começou a se criar essa evidência do Orkut. Nessa época tinha o Fotolog, que era complicado divulgar, então começamos a divulgar pelo Orkut. Descobrimos algumas ferramentas e era mais fácil, pois criávamos as mensagens que queríamos enviar para a galera, fazendo propaganda e ficávamos o dia inteiro no “CTRL C + CTRL V”.

Fizemos comunidade. Quando deu cem pessoas na comunidade a gente comemorou, quando chegou a mil pessoas comemoramos também. Hoje temos mais de 60 mil. Está muito legal. E continua crescendo e nós sempre divulgando.

Depois pintou o Myspace, Facebook e agora o Twitter. Então, sempre tem meios que aparecem e vão se renovando. São ferramentas f****** para nós sempre estarmos divulgando.
E a gente, que sempre foi uma banda de internet... bem, sempre não né? Começamos pela internet e hoje em dia a divulgação rola por rádio e outros meios também, mas a gente continua batendo forte na internet que é onde o nosso público alvo usufrui muito, meio que todo dia. A galera que vai em nossos shows está sempre em contato direto com a internet.

Então, a gente sempre mantém o pessoal atualizado com a agenda e tudo mais. Então se rola um show na cidade da pessoa, ela já sabe e vai.

A banda está prestes a lançar um novo Cd. Vocês já podem adiantar alguma informação dele para a gente. O disco já tem nome?
Podemos adiantar que no novo CD teremos Longo Caminho (parte II), que é uma música que não temos em nenhum CD ainda. Tínhamos lançado a música apenas pelo Myspace, em uma brincadeira, para ver o que a galera achava e teremos ela nesse CD.

E vamos regravar uma faixa do nosso CD “
Dias de Fuga”, que é Meu Mundo Sem Você e no CD a gente acabou a colocando porque é uma música muito boa, que a galera canta muito, sempre pergunta dela nos shows e então resolvemos regravá-la.

Serão cinco músicas inéditas e o resto do álbum serão as músicas mais bacanas, que mais viraram do nosso CD “84”, que é um CD antes desse. Temos o CD “
Dias de Fuga e daí depois a gente fez uma pré do álbum novo e acabou virando uma demo que é o “84”.

Agora tem o disco novo, que vai se chamar “
Hevo84”. Vai ter 13 faixas, vai vir com palheta para os fãs e a galera vai poder fazer colarzinhos e vai vir com material interativo com os dois clipes da gente. Então, o conteúdo do CD tá bem legal.

A banda foi ganhando notoriedade até conseguir aparições na MTV e na Tv Globo, na série Malhação. Isso foi algo que deixou vocês realizados ou a banda quer ainda mais?
Divulgação
Hevo84 letras
Os integrantes da banda Hevo84
É o lance de querer sempre mais e não parar. Quando a música entrou na novela, a gente teve a noção que era importantíssimo, mas não era o 100%. Era apenas mais um passo para continuar idealizando, para isso continuar crescendo. Era mais um tijolinho ali.

Quando a música entrou no CD da
Malhação era mais um tijolinho, quando a música está bombando nas rádios, como agora, já é um grande degrau que nós subimos. Quando rolar em uma grande canal, como a Tv Globo, pintar em um “Faustão”, aí vai ser um outro lance.

Então, nós temos noção que é muito significativo, é muito importante cada etapa dessas, mas a gente mira algo bem alto. Tudo que está acontecendo, nós estamos obviamente trabalhando por isso. Mas, cada lance desses é um degrau de uma escada, em um topo que a gente quer chegar.

Depende de vários fatores: sorte, trabalho... estar no lugar certo, na hora certa. Depende muito da estrela de cada um. E tá rolando legal, um passo de cada vez e que venham os próximos.

Renne, conte pra gente de onde você busca inspiração para escrever suas letras. Existe algum lugar ou hora que sejam mais apropriados para compor?
Eu geralmente componho pensando em um resultado final. Eu não pego o violão e escrevo para ver no que dá. Eu já meio que foco em uma referência, tipo: “Hoje vou fazer uma balada”. Daí começo a fazer, busco umas influências legais, vou atrás de conteúdo, tento me atualizar bem para fazer um negócio bacana.

E eu gosto bastante do que eu faço e as letras da banda não giram em torno apenas de falar de amor, do menininho e da menininha. Tem outras coisas bem legais que a gente aborda.
Longo Caminho (parte II) fala de dar um tapa na cara da galera que teve inveja da gente, que não acreditou no lance do Hevo84 acontecer e tal. São raps nos versos, que fala que somos do litoral e fomos para a capital e passamos dificuldade e tal.

A Passos No Escuro fala sobre o lance de sair de Paranaguá e ir para Curitiba arriscar, sobre largar tudo e mandar ver mesmo.
Então são vários temas bem legais, que nem sempre são sobre relacionamentos e é isso que eu acho mais bacana. No CD novo a gente tem outras músicas que também não falam necessariamente de amor. Os conteúdos são bem diversificados e eu acho que isso enriquece um pouco o trabalho, pois você sai um pouco daquele estereótipo da galera achar que você é emo por só falar de amor e decepções amorosas.

Eu falo algumas coisas sobre a gente e por outro lado tem outras coisas que é meio que tétrico, eu meio que me ponho em um personagem, “piro” em uma situação e vou escrevendo, escrevendo e escrevendo até fazer sentido, tudo certinho: contexto, buscar um refrão legal, deixar as melodias fortes, bem grudentas.
Eu faço por partes a música e viso esse resultado final pensando numa métrica, tipo: “Ah essa vai ser porrada. Essa vai ser balada”. Basicamente isso.

E entre suas composições existe alguma música preferida? Por que?
Divulgação
Hevo84 letras
Banda foi destaque na trilha sonora de "Malhação"
Eu acho bacana todas, mas aquelas que você acaba criando mais afinidade são as escolhidas como música de trabalho. Das música que a gente trabalhou, a que eu mais gosto é A Vida é Minha, que é a mais pancada no show e reflete bastante como é o Hevo84 ao vivo.
O legal é que quem ouve o CD da gente, não imagina como é ao vivo. Tipo, você ouve o disco e tem uma referência “X” . E você vai ao show, onde é mais forte que o CD, que é aquela coisa “bonitinha”, remixada. Por mais que seja pancadão, música rápida. No show tem aquela pegada de nós tocarmos ao vivo, correr de um lado para o outro e a galera da banda executa bem. Então, são dois lances bem diferentes.

A música que eu mais gosto de cantar nos shows e a galera canta bastante também é
A Vida é Minha. E tem a Passos Escuros, que é a música de trabalho da gente agora, que tem bombado bastante e que é a música, sem sombra de dúvidas, que a galera mais canta em shows. Mas a minha preferida ainda é A Vida é Minha.

Pudemos acompanhar um de seus shows e notamos que existe uma amizade entre as bandas da cena que incluem artistas como Cine, Glória e outros. Existe alguma banda que seja amiga mesmo de vocês?
A gente nunca tentou se escorar em amizade para poder subir, para poder ter influência no mercado, nem nada. Nós sempre preferimos ir pela gente e quando você escolhe um caminho teu e você trabalha por ele, você o consolida com o tempo e isso se reflete lá na frente porque você percebe que não dependeu de muita gente para estar ali.

O que eu quero dizer é não na questão do depender de as pessoas ajudarem você, mas no sentido de banda, de fazer parceria. Então nós éramos uma banda de fora quando chegamos em São Paulo não procuramos a galera das bandas para poder crescer e aparecer.

Nós procuramos justamente o público, a gente visou divulgar para justamente quem interessava. E hoje a gente fez amizade com todas as outras bandas. Nós sempre nos cruzamos em apresentações ou abrimos o show para alguma banda. Nós sempre nos encontramos com a galera do
Strike, do Fresno e é muito legal. São bandas inclusive da Arsenal (selo musical) também. Agora, teve uma tarde de autógrafo e a gente ficou o tempo todo com a galera do Fake Number. Então, através deste convívio de trabalho, a amizade meio que vem junto.

E isso é importantíssimo, mas não que a gente se escore nisso, para pedir para abrir show ou para fazer participação em show de outro grupo para aparecer. Nós não temos interesse não. Queremos ir mais por nós e quando todo mundo estiver bem, a gente bater no peito e sacar que dependeu só da gente.

Curiosidade dos fãs: o que Renne anda escutando em casa?
Divulgação
Hevo84 letras
Victor, Suspiro, Renne e Fernando
Escuto “Page Avenue” do Story of The Year, um CD muito legal que escuto até hoje. Eles lançaram dois CD’s depois, mas eu adoro esse.

Ouço bastante uma banda chamada
Ivoryline e The Almost. Escuto também o Paramore e 30 Seconds To Mars. Uma mistura bem Hardcore e Pop. Eu ouço bastante coisa Pop por causa de voz, melodia. Eu prezo muito melodia boa, então tô sempre ligado no que tá rolando nessa praia rock pesadão com essa linha de frente mais Pop.

E também tem outras coisas mais “loucas”, de música eletrônica, que ouço também. Mas, é outro lance que já não serve tanto de influência para a
Hevo 84. Temos bastante influência da praia Hardcore, praia do Pós Hardcore e nas bandas de Screamo.

Conte algum mico que a banda já tenha passado durante a carreira.
Rolou uma vez comigo, mas passou meio despercebido. E um show de uma rádio, eu falei o nome de outra!

E fora tombo em palco que você escorrega e cai. Isso acontece e é normal. Também de estar tocando ao vivo e ficar com vontade de ir ao banheiro e não dá para sair ali na hora , tem que esperar acabar o show.

Mande um recado para os fãs do Hevo84 no Vaga-lume!
Vou pedir para galera continuar acessando. Quem tiver interesse, logo vamos disponibilizar para o Vaga-lume em primeira mão as letras do CD novo, para todo mundo poder conferir as músicas com exclusividade!


Hevo84 letras


 

Entrevista com uma das melhores bandas: A CINE

                       Confira com os gorotos lindos da banda !! 

Eles começaram há pouco mais de cinco anos, quando ainda iam a shows no Hangar 110, em São Paulo, e sonhavam em subir no palco onde suas bandas preferidas tocavam.

Hoje, os integrantes da banda Cine conseguiram superar o sonho de quando começaram tudo e mais: conquistaram seu espaço com sonoridade e estilo próprios.

As influências são diversas, mas a principal não está apenas no som. Está também no visual. O colorido dos anos 80 e o bordão "Dance, não se canse" são as marcas registradas do Cine, que vem atraindo cada vez mais uma legião maior de fãs.

Não é à toa que a banda já foi escalada para abrir os shows dos fênomenos "teen" Jonas Brothers e McFly, no Brasil. Recentemente, o grupo também ganhou uma indicação a revelação do Prêmio Multishow.

E não bastasse isso tudo, 2009 ficou ainda mais especial para Dh (vocal), Bruno (baixo), Dan (guitarra), Dave (batera) e Dash (DJ), com o lançamento de "Flashback", primeiro disco de estúdio da banda.

Conversamos com o vocalista do Cine, que falou sobre o começo deles, as influências e os planos do grupo daqui pra frente. Com muito bom humor, DH respondeu às nossas perguntas e revelou algumas curiosidades. Confira:
Como e quando vocês iniciaram a banda?
A gente se conheceu no colégio, eu e o Dan (guitarrista) e queríamos tocar em um festival em nosso colégio. Depois disso, conhecemos o Dave (baterista) e o Bruno (baixista), formando assim a banda, que se chamava então Without Shoes, em 2004.

Só que não deu certo e, em 2007, com os mesmos integrantes formamos o Cine com uma proposta mais dançante, com influências oitentista, noventista. E depois disso, o Dash (Dj) entrou.

Hoje, fica visível na sonoridade de vocês a influência do Pop oitentista. Porém, como vocês mesmos afirmaram em entrevistas anteriores, a vontade de formar uma banda veio dos shows de punk e hardcore melódico. Foi difícil pra você escrever músicas com essa mistura de sonoridades?

Na verdade, nem foi tão complicado, assim como se imagina. Eu lembro de ir para o colégio com o meu pai e ele ouvindo rádios, com umas baladas anos 80, com bandas como Simple Minds e A-Ha. Então, eu já tinha essa influência.


O visual de vocês é marcante, não apenas pelo estilo, mas pela diversidade das cores. Vocês consideram o visual um detalhe muito importante para o Cine?


Quando a gente começou com o Cine, já tivemos a idéia de ter esse visual um pouco mais pra cima, como o Blink 182, na fase do disco Enema Of The State, quando usavam roupas assim.

Outras bandas influenciaram também, como o Cobra Starship, que usavam faixas na cabeça e a gente achava isso legal. Começamos a usar aos poucos os acessórios e acabou que o nosso público começou a usar isso também e ir aos shows usando essas roupas características, começou uma ceninha em volta disso, sabe. E outras bandas também começaram a ter esse visual. A gente foi meio que precursor. De início a galera achava meio estranho, pensavam: "Que isso, o que eles estão tentando fazer?" Mas depois foram entendendo a proposta e acabaram gostando.

Cine letras
Vocês fazem questão de se distanciar do rótulo "emo", aceitando até melhor, com bom humor, a definição "boy band". Então, contem para a gente quais são as vantagens em ser uma "boy band", na opinião de vocês.
A gente brinca com isso sabe, porque nos nossos shows tem 95 por cento de meninas. E elas que foram brincando e criando esse rótulo. Depois demos uma escrachada, dizendo que preferíamos ser uma boy band porque todos os caras são bonitinhos, cantam bem e tá cheio de mulher atrás deles. (risos)
E vocês nunca tiveram atração pela cena "emo"?

A gente tinha uma banda que tocava nessa cena, que era o Without Shoes. Só que a gente tinha a pegada mais rápida, não melódico que caia mais para o "emo".

Mas, o Cine nunca teve a intenção de seguir para o "emo" e sempre teve uma proposta mais pra cima e visual colorido, "vamos pra balada, curtir", sabe?
As letras do Cine vão no caminho contrário da maior parte das novas bandas de hoje. São "pra cima" e com bom humor. Você acredita que ainda veremos um lado mais obscuro do Cine mais pra frente?
Por enquanto a gente vai continuar com a nossa linha mesmo. No começo, a gente exagerava até mais no colorido. Hoje mantemos o mesmo estilo, em um tênis, um boné, mas a gente tenta não exagerar tanto como exagerava porque nunca tratamos isso como um uniforme, sabe?

Hoje tem banda que tenta ser mais colorida que todo mundo, virou meio que uma briga. E a gente quer meio que sair disso. Porque imaginamos que pode rolar de repente um preconceito enorme em cima.

Eu acredito que o Cine, com o amadurecimento da banda, vai criar músicas mais sérias. Não tínhamos uma música triste, mas com o lançamento do disco temos uma e é até engraçado porque o nome dela é As Cores. É uma música bem pra baixo, que conta a história de uma pessoa que morreu. A música não tem nada a ver com o Cine, mas a gente fez e a galera gostou bastante.

O pessoal quer até entender a letra, pois há um enigma nela e ficam criando teorias para adivinhar a história. As Cores já tem esse amadurecimento.
DH, você diz que "As Cores" é diferente das outras músicas da banda. Ela por um acaso foi uma das últimas músicas a ser gravada no disco "Flashback"?

Ela foi a última a ser criada. Tínhados 12 músicas para o nosso disco e a gente tem a superstição com o número 13, sabe?

A gente queria lançar 13 músicas e já tínhamos uma idéia de As Cores, mas achávamos ela muito diferente e pensávamos "será que a gente faz ela?". Então, entramos no estúdio, ficamos mais uma semana e a gravamos.

Ainda sobre suas letras, quais delas tiveram o resultado final que mais agradou você?

Existem letras que eu escrevo, leio e gosto, mas depois penso "poderia ser diferente". Então, acredito que nenhuma me agradou por completo. Mas a música que eu mais gosto desse disco é Chamada Perdida porque a letra dela é bem significante pra mim. Acho uma música bem forte, letra e melodia.

"Dance e não se canse" virou um bordão do Cine. Qual o significado dele? Trata-se de um recado para alguém ou houve alguma fonte inspiradora?
A gente tinha a intenção de começar com o Cine e mostrar pra galera quem a gente é. Então, a primeira música que a gente tocou foi essa, Dance E Não Se Canse, pra mostrar para todos sobre o que era a banda.

Vendo o pessoal "emo", com aquelas mensagens tristes no MSN, queríamos fazer essa galera ter uns momentos bons, curtir e dançar, para lembrar disso quando for mais velho.

Em uma entrevista, vocês falaram que o sonho da banda quando iniciaram era tocar para um Hangar 110 (casa de shows de São Paulo) lotado. E agora que vocês já chegaram a esse degrau, qual seria o próximo sonho da banda?

A gente antes estava no circuito "underground" e queríamos tocar no Hangar. Quando toquei no Hangar, aí queria tocar na Via Funchal. Quando estava na Via Funchal, queria estar no Morumbi. E então, acabou rolando tudo isso pra gente, sem limites. A gente já tocou pra 45 mil pessoas e a gente é muito grato porque sabemos que não é qualquer banda que vai tocar para esse público.

Quando tocamos com o Jonas Brothers, o manager (empresário) deles assistiu nosso show do palco e disse que nosso som era muito bom, que a nossa presença era diferente e lá fora não tinha isso, essa "suingada" brasileira com pop/rock.

Acabamos abrindo os shows das maiores bandas "teen" do momento, que são o McFly e o Jonas Brothers.

A gente agora brinca, sonha em ganhar prêmios. Participar de programas mesmo, como o "Faustão" e além disso, nós todos temos um sonho de tocar não só no Brasil, sabe. Tocar na América do Sul, em outros países também.

terça-feira, 19 de julho de 2011

X
ROBERT PATTINSOM                              TAYLOR LAUTNER 

Está desputa vai ser dificil em? rsrsrs 
Batalha de looks!!!

AVRIL LAVIGNE                        KRISTEN STWART                 
Comente e deixe sua opinião de qual look vc prefere?